Com o aumento de números de internações pelo novo coronavírus em algumas regiões do Brasil, cientistas já preveem a chegada da segunda onda da Covid-19 no país. 

Tal cenário é inevitável e já tem sido realidade tanto na Europa quanto nos EUA há algumas semanas. 

Entretanto, há algumas medidas que o Brasil pode tomar para conter os impactos dessa nova onda. 

Vejamos quais são essas!

Coronavírus: segunda onda no Brasil?

Segunda onda no Brasil 

Primeiramente, pode-se dizer que se trata de um cenário inevitável pelo histórico das últimas pandemias que assolaram o mundo e pela atual situação que outros países têm vivenciado. 

Em relação ao Brasil, este já tem testemunhado o aumento de casos em regiões como Rio Grande do Sul, São Paulo e Paraná desde meados de outubro. 

Corona Quarantine GIF by adambanaszek

Dessa forma, muitos se perguntam sobre quando será a chegada de fato da segunda onda e quando suas consequências refletirão na sociedade.

Assim, isso depende do grau de mobilidade das pessoas, do relaxamento das medidas restritivas, bem como das bases econômicas de cada cidade. 

Entretanto, há algumas previsões para o final de ano devido à temporada de férias e temperaturas mais quentes, período marcado por viagens e encontros de amigos e familiares. 

Não obstante, após as férias, nos meses de março e abril, as temperaturas baixam, fazendo com que muitas pessoas se reúnam em lugares fechados.

Nesse sentido, há também o cansaço da população em continuar com o isolamento social. 

Logo, para enfraquecer os efeitos da segunda onda, o Brasil precisa se preparar, e aqui estão 5 medidas necessárias para isso. 

1. Acesso e qualidade dos dados e das informações   

Atualmente, o Brasil não tem acesso a dados de todas as regiões do seu extenso território. 

Desse modo, torna-se um passo fundamental a existência de dados precisos, atualizados em uma frequência estabelecida de cada cidade para se ter a noção real da situação da doença no país. 

Com isso, uma plataforma em que esses dados sejam recolhidos, reunidos e preenchidos com critérios específicos. 

Como assim? Quantos são os infectados? Quantos são aqueles em situação grave? Quando as internações aconteceram? Qual a faixa etária dos infectados? Qual a localidade? 

Igualmente, a população deve ser relembrada da necessidade das medidas de proteção e avisada da chegada da nova onda. 

  • Distanciamento social; 
  • Usar máscaras;
  • Lavar as mãos;
  • Usar álcool em gel.

2. Cada cidade, uma realidade 

Animation Illustration GIF by adambanaszek
Do mesmo modo, é necessário o conhecimento da situação de cada cidade e dos estágios da pandemia, pois são necessárias medidas restritivas especiais para cada realidade. 

Cada região é marcada por uma economia, número de hospitais, de infecções, óbitos particular.

Saiba mais: segunda onda da Covid-19 na Europa

3. Testar, Isolar e rastrear contatos  

Você sabia que o Brasil é o 3° país com mais casos da covid-19 e o 98° daqueles que mais testa em relação ao tamanho populacional?

Diante disso, é preciso que haja o aumento das testagens, abrangendo toda a população brasileira, não apenas os sintomáticos. 

E não somente isso, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) são necessários testes do tipo PCR que identifica a doença ativa. 

Portanto, com a testagem populacional, é possível saber quais são as medidas necessárias para acabar com pandemia. 

Em seguida, 

  1. Isola-se as pessoas que foram diagnosticadas por 2 semanas;
  2. Rastreia-se aqueles que tiveram contato com aquela pessoa;
  3. Estas isolam-se pelo mesmo período ou fazem o teste. 

4. Coordenação e Sincronização 

Wash Hands Corona GIF by adambanaszek

Do mesmo modo, o país precisa ter uma sincronização entre o ministério da saúde, os prefeitos, governadores e o presidente. 

Isso se dá pela baixa eficácia das ações desorganizadas entre cidades, quase anulando as ações daquelas que adotaram as medidas restritivas. 

Coronavírus: como age? Por onde anda? Como evitar?

5. Brasil segunda onda: prevenir-se 

Por fim, essa ações devem ser tomadas acompanhando a evolução da doença, pois é natural que os efeitos da segunda onda demorem a refletir na sociedade. 

Como assim? Segundo especialistas, a data dos primeiros sintomas até o óbito ou a recuperação contabiliza 1 mês ou mais. 

Ademais, como conter as tendências naturais da população em períodos de frio e calor? 

Gostou do post? Não esqueça de compartilhá-lo para que todos estejam cientes do que nos espera.