No dia 11 de março, a OMS classificou o novo coronavírus como uma pandemia. Com isso, as luvas, o álcool em gel, as máscaras e outros produtos ganharam espaço nas notícias e nas compras das últimas semanas, uma vez que ajudam a amenizar a proliferação da doença.

Hoje o BE vem conversar com seus leitores sobre como esse mercado vem ganhando com a pandemia. Se interessou sobre o assunto? Continue lendo o post.

coronavírus

Oferta x Demanda

De acordo com a lei oferta x demanda, com o aumento da demanda desses produtos de saúde no mercado, a tendência é de que os preços desses bens aumentem.

Isto acontece pois, no mercado, os produtos ficam escassos e passam a “valer mais”. Entretanto, o aumento da oferta pode fazer com que os preços voltem a cair, uma vez que a escassez terá passado.

Já tratamos sobre escassez e mercado. Para ler o post sobre, clique aqui.

A Companhia Nacional do Álcool (CNA) já ampliou a sua força de trabalho em 50%

Atualmente, a CNA é a maior produtora de álcool em gel do país.

A princípio, a fim de atender a nova demanda pelo produto, a empresa aumentou a força de trabalho de seus funcionários em 50% e a produção passou a ser contínua. Mesmo assim, em grande parte dos estados os estoques de álcool em gel das lojas e mercearias não estão sendo suficientes e elas estão ficando desabastecidas.

Assim como o álcool em gel, as máscaras e as luvas também estão sendo alvos dos consumidores, pois a melhor forma de se proteger contra o coronavírus é estar em dia com sua higiene pessoal, além de evitar o contato com pessoas contaminadas.

Com isso, muitas pessoas estão estocando diversos produtos em suas casas, como papel higiênico e comida. Desta forma, muitos supermercados estão ficando vazios. Ou seja, está havendo uma veloz alta nos mercados, mas, principalmente no de produtos de saúde.

Muitas pessoas não saem mais de casa sem o seu álcool em gel, além disso, muitos estabelecimentos vêm adotando medidas que auxiliam na higiene pessoal. Assim, a demanda é cada vez maior, fazendo com que empresas tenham que aumentar sua oferta, como a CNA.

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Quanto aos cuidados e o uso do álcool em gel…

A falta de informação adequada pode fazer com que as pessoas tomem medidas que não sejam necessárias e que podem afetar pessoas que realmente precisam.

Um exemplo disso é quando alguém faz o exame do vírus sem apresentar sintomas, já que não há uma grande quantidade de testes nos hospitais, isso prejudica quem realmente precisa.

Da mesma forma, pessoas que estocam álcool em gel em casa estão tirando a oportunidade de que outras pessoas se higienizem. 

Bem como, ao comprar estoques de máscaras e luvas, a oferta destes produtos diminui no mercado. Assim, menos pessoas podem se proteger.

Por isso, segue uma lista de alguns cuidados que ajudam a se prevenir, de acordo com o Ministério da Saúde:

  • Evitar o pânico e a histeria;
  • Evitar fake news;
  • Evite beijos, abraços e apertos de mão;
  • Visita aos idosos podem esperar também;
  • Higienize sempre as mãos e procure não tocar o rosto;
  • Cubra o rosto quando tossir com o braço, para não contaminar as mãos
  • Evite aglomerações;
  • Higienize objetos de uso pessoal com álcool, como celulares, fones de ouvido e notebook, que ficam expostos ao público.

Em conclusão…

Por fim, a alta nos preços do álcool em gel é prevista e normal perante as leis do mercado. Por isso, é preciso entender que a histeria pública só aumenta os danos à sociedade.

Segundo a OMS, o álcool em gel deve ser usado em situações nas quais as pessoas não podem lavar as mãos. Ainda, a água e o sabão são a forma mais eficaz de prevenir o vírus.

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