Como resultado da medida de contenção para o avanço do novo coronavírus, diversos países estão fechando as suas fronteiras, e pessoas estão decidindo adiar ou cancelar suas viagens. Dessa forma, isso tem trazido vários desafios às companhias aéreas em todo mundo, em especial a American Airlines.

Por isso, vamos mostrar nesse post as possíveis consequências que essas empresas e suas gestões terão que enfrentar. Vem com a gente!

Início da crise na American Airlines:

A princípio do que hoje é considerada uma pandemia do COVID-19, a companhia de aviação American Airlines vem suspendendo seus voos para os países considerados epicentros do vírus.

american airlines

A empresa já havia suspendido voos para países da Ásia, Europa e agora Brasil. Acima de tudo, decisão ocorreu como forma de combate à decrescente demanda e às medidas de contenção adotadas pelo governo americano por conta do coronavírus.

Desta forma, foi feita uma redução de 75% de todos os voos realizados pela companhia, a partir desta segunda-feira (16), válido até o dia 6 de maio. Como resultado, o ato afetou 6747 voos e cerca de 2 milhões de assentos, nas próximas semanas.

A companhia continua operando com apenas um voo diário de Dallas-Fort Worth e Miami para Londres, e somente três voos semanais para Tóquio.

Do mesmo modo, alguns voos internacionais de curta distância também serão mantidos. Com destinos para, Canadá, México, Caribe, America Central e alguns poucos países da América do Sul.

American Airlines e os impactos:

O setor de transporte aéreo de passageiros estima perdas bilionárias neste ano, segundo a Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata).

Em estudos divulgados no dia 5 de março, a associação espera que as perdas de receitas globais variem entre US$ 63 bilhões e US$ 113 bilhões.

Assim, como forma de evitar falências das companhias aéreas, a Iata pediu que os governos disponibilizem recursos às empresas.

Por isso, a American Airlines está negociando com bancos, tendo como objetivo conseguir empréstimos bilionários, em uma disputada competição com outras empresas afetadas pelo vírus.

As ações da empresa americana, desde o início do ano, contabilizaram quedas de 44% de seu valor de mercado, devido às incertezas e à crescente preocupação, causadas pela pandemia, nos investidores.

aviões

Impactos no Brasil:

A princípio, no Brasil, as ações de companhias aéreas negociadas na IBOVESPA tiveram grave desvalorização. Deste modo, companhias mais afetadas foram a Azul com perda de mais de 60% neste ano e a GOL com cerca de 70% de quedas.

Por este motivo, a Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), enviou ao governo possíveis medidas para reduzir os prejuízos às companhias aéreas, causados pela queda de demanda provocada pelo vírus.

Atualmente, no país, foi divulgado uma redução de 30% da demanda em voos domésticos e 50% nos internacionais.

Assim, entre as solicitações dos executivos de aviação estão a redução de impostos, principalmente sobre o querosene (combustível) de aviação, os arrendamentos das aeronaves e folhas de pagamentos.

Por outro lado, a medida autorizada pelo Ministro da Economia Paulo Guedes, foi o adiamento do pagamento dos tributos pelo prazo de três meses. Por fim, tendo como o principal objetivo no momento, evitar a falências dessas empresas.

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