A geração de pessoas que nasceu na década de 90 e nos anos 2000 passaram a infância ouvindo que o petróleo um dia irá acabar. Como resultado, as pesquisas por um substituto sempre aconteceram e foi encontrado uma resposta: as algas marinhas.

Outro fato interessante sobre essa “nova” matéria prima de combustível é o fato de ter uma fonte sustentável, outro fator de extrema importãncia no século XX1.

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O problema do petróleo

O petróleo é um combustível fóssil. Ou seja, é resultado de uma decomposição de matéria orgânica, processo que dura milhares de anos. Desse forma, a maneira que o ser humano o usa em grande escala resultará na “extinção” desse combustível.

Em primeiro lugar, as pessoas têm que ter em mente a importância dele para os seres humanos. O petróleo é matéria-prima para a gasolina, querosene, parafina, o gás de cozinha, entre outros.

Dessa forma, é de extrema importância que os cientistas descubram um substituto à altura do petróleo. Outro fator importante é que esse novo combustível seja sustentável, já que o uso desenfreado dos combustíveis poluiu muito o planeta e essa é uma preocupação global.

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As algas como o futuro combustível

Visando essa sustentabilidade, os cientistas desenvolveram um combustível feito de algas marinhas.

Apesar dos testes de emissão de CO2 não darem tão diferente da gasolina comum, existe uma compensação de que a alga extrai esse gás da atmosfera no processo de fotossíntese, algo inexistente no petróleo.

Porém, esse projeto ainda está no seu início, visto que sua produção ainda é em pequena escala e é feita apenas para os estudos ainda.

O processo de criação de criação é simples. Os cientistas retiram o açúcar presente nas algas e esse, como qualquer outro açúcar, fermenta e se transforma em etanol. Dessa forma, o álcool ainda é misturado a gasolina, formando o combustível para os carros.

Diante disso, a produção ainda é bem pequena. O objetivo é passar a produzir barris de etanol e não apenas garrafas. Isso se dá pelo fato de ainda ser muito caro realizar esse processo.

Por outro lado, os produtores, a partir da mecanização dos processos e a produção em larga escala, planejam dividir por 100 os custos da produção, tornando-a viável e acessível para a comercialização.

Outro fator interessante é que esse processo ainda gera uma biomassa de algas marinhas, que podem ser usadas de diversas formas, até mesmo como fertilizante.

Porém, toda essa produção pode ser feita com a cana-de-açúcar, porque será que com as algas esse processo é tão revolucionário?

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As características especiais das algas marinhas

Diferentemente da cana-de-açúcar e de outras plantas, a alga marinha tem algumas características especias.

Em primeiro lugar, a sua condição de crescimento é muito favorável, visto que necessita apenas de sol e água do mar. Consequentemente, seu cultivo não requer as técnicas de agricultura como arar terra, utilizar fertilizantes, entre outros.

Além disso, o planeta Terra tem em sua composição 70% em água salgada, ou seja, as algas marinhas estão presentes no mundo inteiro, não sendo tão específicas em algumas determinadas áreas, que faz com que seu preço seja ainda menor.

E, por último, existe uma espécie de alga marinha (macrocystis pyrifera) que pode crescer mais de 50 centímetros por dia. Por outro lado, a cana-de-açúcar demora cerca de 1 ano e meio. A diferença é muito grande.

A imagem abaixo é uma foto da macrocystis pyrifera.

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E os elétricos?

Outra medida que visa a diminuição de gás carbônico na atmosfera são os automóveis elétricos, que não precisa de combustível como etanol e gasolina.

Apesar de ser um mercado promissor, os carros elétricos ainda estão distante de resolver o problema do CO2 no planeta. Isso se dá pelo fato de os veículos pesados ainda não terem a tecnologia, como navios e avões, por exemplo.

Um outro fator é que essa tecnologia ainda não é muito acessível, visto que é um produto muito novo e de custo elevado. Assim, grande parte da população ainda não tem acesso aos carros elétricos. No Brasil, por exemplo, é raro ver um na rua.

E você, acha promissor esse novo tipo de combustível? Deixa aqui nos comentários sua opinião para nós!

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