Não é novidade que nós estamos vivendo uma pandemia. O Coronavírus está em todos os lugares, desde sites, programas televisivos e conversas cotidianas das pessoas. Mas como os países, principalmente os que estão em desenvolvimento, vão superar essa crise? Uma das respostas possíveis é o Banco Mundial.

Hoje, o Boletim Econômico vai falar sobre como o Banco Mundial vai entrar nessa “guerra” para tentar ajudar as nações. Se interessou? Continue lendo a matéria.

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Banco Mundial

O que é o Banco Mundial?

Em primeiro lugar, é uma instituição financeira internacional que empresta dinheiro aos países em desenvolvimento. Além de disponibilizar seu pessoal treinado e a sua ampla base de conhecimentos. O objetivo principal é a redução da pobreza e das desigualdades.

Do mesmo modo, fornece financiamentos para governos que devem ser destinados para infraestrutura de transporte, geração de energia, saneamento, além de contribuir em medidas de desenvolvimento econômico e social.

Assim, aproximadamente 150 países membros participam na composição do capital do banco.  O principal acionista são os Estados Unidos, isso dá o direito do poder do veto nas decisões.

Como o Banco Mundial está atuando na guerra contra o Coronavírus?

Para ajudar na pandemia contra o Coronavírus, o Banco Mundial está disponibilizando 160 bilhões de dólares (cerca de 841 bilhões de reais) nos próximos 15 meses.

Essa medida, anunciada na mídia no dia 02 de abril de 2020, tem o objetivo de ajudar dezenas de países em desenvolvimento. Dessa maneira, pelo menos 100 milhões de dólares (cerca de 534 milhões de reais) será destinado aos países latino americanos.

Além dos países da América do Sul, o Banco Mundial pretende priorizar o Haiti, o país mais pobre da região, com um empréstimo de 20 milhões para aumentar o número de testes e comprar equipamentos de assistência.

Em suma, o grande objetivo é fortalecer a capacidade dos países em desenvolvimento de reagir à pandemia e reduzir o tempo para um renascimento econômico e social, tentando estabilizar a economia.

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• Veja também: Imposto de Renda: Governo irá aumentar o prazo.

Banco Mundial e São Paulo

Junto a isso, o governo do estado de São Paulo tenta empréstimo de US$ 100 milhões (cerca de R$ 534 milhões) com o Banco Mundial.

Assim, conforme os dados, estima-se que 220 mil pessoas serão infectadas até o fim da pandemia, o que justificaria o empréstimo. Dessa forma, o dinheiro será destinado a implantação de 500 leitos de UTI (Unidade de Tratamento Intensivo) e equipamentos de segurança pessoal.

Juntamente com o Banco, o governo fará uma contrapartida de 25 milhões de dólares, fazendo com que o investimento totalizasse 125 milhões de dólares ( 667 milhões de reais) caso seja aprovado.

Como o banco já ajudou o Brasil antes

Da mesma forma, o Brasil já pegou dinheiro emprestado com o Banco Mundial outras vezes para resolver problemas internos.

É o caso de 2010, onde o Banco Mundial aprovou um empréstimo de 200 milhões de dólares (cerca de 1 bilhão e 57 milhões de reais hoje) para o governo federal investir no projeto Bolsa Família, com o objetivo de consolidar o programa e consequentemente aumentar o número de famílias ajudadas.

Dessa maneira, esse valor ajudou o governo a garantir bolsas que facilitaram o acesso de famílias principalmente a saúde, educação e outros serviços.

Logo depois, em 2011, o Banco Mundial emprestou 8 bilhões de dólares (cerca de 42 bilhões reais hoje) com o objetivo de erradicar a pobreza extremas em algumas áreas muito pobres do país.

Com isso, esse dinheiro foi destinado para a melhoria de serviços como a saúde, a educação e a proteção ambiental, bem como promover o desenvolvimento econômico no Nordeste, a região mais pobre do Brasil.

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