O Comitê Investigo Corona, nesses últimos dias, publicou um documento acusando o governo alemão, a OMS e outras entidades sanitárias mundiais de crime contra humanidade

Tal organização alemã formada por médicos e advogados independentes e desde meados de julho de 2020 vem estudando a questão da pandemia do novo coronavírus. 

Dessa forma, esse post abordará alguns dos principais pontos desse documento que tem se difundido mundo afora.

O fim da fraude política do "Escândalo Corona" - Stylo Urbano Comitê Alemão

O Comitê Alemão 

Primeiramente, é importante dizer que esse comitê se refere a pandemia como o “escândalo corona”, pois acredita que esta não tem base científica. 

Além disso, a acusação das entidades de crime contra a humanidade segundo a tipificação do Código Penal Internacional, é levantada pelas grandes consequências que as medidas restritivas têm trazido ao mundo. 

Sendo assim, vejamos algumas das acusações escritas e representadas pelo advogado alemão Reiner Fuellmich:

Aqui está apenas uma visão ampla de alguns pontos trazidos pelo documento, para lê-lo na íntegra e compreender os fatos expostos, clique aqui

O documento

No início, o documento relata que as pesquisas estão relacionadas com os “testemunhos de cientistas e especialistas internacionais”. 

Em seguida, menciona a regulamentação de crimes contra a humanidade, atualmente presentes na seção 7 do Código Penal.

Tal documento é dividido para responder 3 perguntas principais:

1- Se referindo a dúvida de que isso se trata de uma pandemia de corona ou de teste de PCR

Na opinião deles, isso se dá pela falta de clareza entre o teste PCR positivo significar ou não se a pessoa está infectada pelo coronavírus. 

Nesse sentido, é mencionado um Congresso de Saúde Global realizado em maio de 2019.

Este foi realizado pelos mesmo agentes que posteriormente, em 2020, anunciaram o coronavírus como uma pandemia e a necessidade de se fazer os testes PCR. 

Somado a isso, a alteração há 12 anos do conceito de pandemia que agora dependeria apenas de ser uma “doença mundial”. 

Não obstante, o documento traz a tona o episódio da pandemia da gripe suína em 2009 em que houve também a produção em massa de vacinas. 

Apesar disso, após algum tempo essas vacinas “se provaram ser completamente desnecessárias” por se tratar de uma gripe leve. 

2- O ceticismo em relação às medidas restritivas: seriam necessárias ou apenas para causar pânico.

Do mesmo modo, mencionam também o grande fluxo de capitais nas empresas farmacêuticas.

Sendo assim, a doença do novo coronavírus foi tratada como uma pandemia, exigindo-se medidas restritivas que “suspenderam todos os direitos constitucionais essenciais” dos indivíduos temporariamente. 

Desse modo, o comitê levanta a questão de as medidas de distanciamento social, uso de máscaras obrigatórias serem para a proteção da população ou um meio para arrecadação de capitais pelas indústrias farmacêuticas.

É importante dizer que as acusações em relação aos anúncios sobre pandemia são uma crítica do comitê ao professor Drosten.

Este é virologista do hospital charité em Berlim e estava presente no anúncio da pandemia da gripe suína.

Em meio a denúncias de um jogo político, o documento relata informações sobre os hospitais que não estiveram sobrecarregados.

Além disso, o comitê alemão afirma que “em nenhum lugar houve excesso de mortalidade”, mencionando estudos que indicam uma mesma taxa de mortalidade da gripe sazonal.

Igualmente, o documento levanta dados científicos sobre a incapacidade dos testes PCR de indicarem de fato do coronavírus e da alta chance de se ter um falso positivo.

 

3- O questionamento do porquê a Alemanha seria considerado um modelo para outros Estados por aderir fielmente as medidas restritivas 

Do mesmo modo, tratam sobre a relação entre a quantidade de testes realizados com número de testes positivos, sem estarem necessariamente relacionados com os casos reais

Somado a isso, é mencionado o pânico e a insegurança gerada na população em relação ao uso de máscaras, e as medidas restritivas.

A titulo de exemplo, mencionam o caso de Filipinas em que os indivíduos podem “levar um tiro” no descumprimento das medidas.

Por fim, o documento trata das consequências jurídicas baseadas nas regras do direito penal, detalhando como os fatos serão analisados e como será essa ação judicial. 

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Por fim, é importante dizer que o Boletim Econômico está apenas expondo uma notícia, não expressando sua opinião.