O coronavírus apresenta instabilidade não só na área da saúde, mas também da economia. Pequenos negócios estão sendo prejudicados devido a falta de fluxo nos caixas, tendo a possibilidade de fecharem as portas caso a situação não melhore.

Grandes empresas decidiram agir nessa crise para ajudar as pequenas a se manterem.

Quer saber como? Vem comigo que eu te explico.

Grandes empresas no meio da crise

À primeira vista, essa crise está atrasando a economia e prejudicando principalmente os empresários. Entretanto, grandes empresas apresentam melhores condições de resistirem a esse momento caótico.

Dessa forma, as empresas que tem dinheiro sobrando investem em projetos que visam o faturamento em meio ao isolamento social, com o objetivo de minimizar os danos causados nos pequenos negócios pela pandemia do coronavírus. 

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Confira abaixo algumas grandes empresas que tomaram essa iniciativa criando:

1. Alexandra Forbes e Start Pay

A jornalista Alexandra Forbes e o aplicativo Start Play se uniram e tiraram do papel a ideia do movimento GGG (Gentileza Gera Gentileza).

Dessa maneira, esse movimento está ajudando bares e restaurantes de São Paulo a permanecerem em funcionamento no meio da crise.

Assim, o aplicativo Start Play criou uma loja virtual onde as pessoas compram vales-presente de R$ 150 em mais de 90 estabelecimentos que só poderão ser resgatados a partir de outubro desse ano. Dessa maneira, o cliente antecipa sua compra e colabora para seu bar ou restaurante favorito não quebrar.

2. EBANX

A fintech brasileira EBANX lançou o “EBANX Beep” uma alternativa de venda online em lojas virtuais.

Pequenos comércios e profissionais autônomos como personal trainers, manicures, diaristas e confeiteiros podem comercializar produtos e vouchers dos serviços nessas lojas. Assim, o prestador de serviço pode receber o dinheiro antes e conseguir manter seu negócio.

Quando a quarentena acabar presta o serviço normalmente.

3. Gabriel Gasparini e Suflex

Gabriel Gasparini, influenciador da área gastronômica, e Suflex, empresa de tecnologia que oferece uma plataforma de gestão para restaurantes, idealizaram o projeto “Menu do Amanhã”.
Os clientes podem adquirir vouchers de bares e restaurantes, com validade de até um ano e utilizá-los depois que a situação se normalizar.

O valor do vaucher é inferior ao valor do resgate. Em outras palavras, quando o restaurante reabrir, o cliente poderá consumir um valor superior do que foi pago, de acordo com as informações do site.

Por enquanto, estão participando desse projeto estabelecimentos de Belo Horizonte, Porto Alegre, Rio de Janeiro e São Paulo. 

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4. Outback

A rede de restaurantes Outback Steakhouse criou uma ação que visa doar 7.600 unidades de seu exclusivo ovo de chocolate “Outback Duo Thunder” para pequenos mercados da cidade de São Paulo.

Em suma, com a contribuição, os estabelecimentos podem vender o doce da marca e utilizar o valor arrecadado.

Dessa forma, os clientes que forem aos pequenos mercados com o objetivo de comprar os ovos também poderão comprar outros itens necessários no dia a dia e assim contribuir ainda mais para esses pequenos negócios.

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5. Petlove e Vet Smart

O petshop online Petlove e a Vet Smart, plataforma de auxílio na prescrição e educação continuada do médico veterinário, lançaram um projeto que permite aos profissionais e pequenas lojas da área de todo o país venderem seus produtos por meio do portal da comerciante de artigos para animais.

A princípio, os parceiros poderão criar um site de venda integrado com a plataforma e terão a oportunidade de divulgar a sua própria marca para seus clientes. Assim, a logística de entrega dos produtos, será responsabilidade da Petlove.

6. Stella Artois

A Stella Artois pensou no movimento “Apoie um Restaurante” para ajudar estabelecimentos a se manterem em funcionamento durante a crise. Junto com o clube de gastronomia ChefsClub, criou uma plataforma colaborativa para gerar fluxo de caixa nesses meses de crise.

A plataforma conta com a venda de voucher no valor de R$ 100 , porém o consumidor paga apenas a metade. A outra parte é bancada pela Stella Artois.

Dessa forma, o valor integral (R$ 100) poderá ser consumido assim que a situação se normalizar. Como resultado disso, são mais de 1500 restaurantes e bares espalhados pelo Brasil e só Belo Horizonte conta com mais de 200 estabelecimentos que adotaram o movimento.

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