No dia 25 de novembro, o Ministério da Educação (MEC), liderado pelo atual Ministro Abraham Weintraub, lançou a ID Estudantil Digital. Dessa forma, os estudantes da educação básica, técnica e superior já pode utilizar a carteirinha pelo celular.

Esse movimento do governo traz um impacto muito grande, já que a digitalização desse documento facilita para o estudante. Assim, fica mais fácil utilizar o direito de meia-entrada que a carteirinha disponibiliza.

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Como funciona a ID Estudantil?

O app está disponível nas lojas de aplicativo App Store (IOS) e na Google Play (Android). Logo depois de instalado, o usuário terá que fazer seu login pelo gov.br. Mas o que é isso?

A digitalização dos documentos já está acontecendo no Brasil há um tempo. Diante disso, já se pode utilizar a Carteira de Habilitação digital e até mesmo o documento do carro (CRLV) digital.

Todos esses documentos tem um acesso único, que é feito pelo gov.br. Criar um login nesse sistema do governo federal é parecido com criar uma rede social, porém, é necessário alguns dados diferentes como o CPF, por exemplo.

Caso você já tenha uma Carteira de Habilitação, após logar na ID Estudantil, os dados desses documentos irão se cruzar e a foto da sua CNH será utilizada para a carteirinha. Por outro lado, o aplicativo irá te pedir uma foto tirada pelo celular ou uma foto do RG.

Depois disso, sua nova carteirinha digital estará disponível para o uso.

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Porém, fique atento, somente os estudantes de instituições que já mandaram os dados dos alunos para o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (INEP) que conseguirão utilizar a carteirinha digital.

Se a sua instituição ainda não tiver realizado essa transmissão de dados, cobre dela para fazer isso rápido, pois é seu direito.

Segundo o MEC, 600 mil estudantes já podem utilizar o aplicativo, pois já estão na base de dados do INEP.

Os impactos econômicos da ID Estudantil

Antes de mais nada, temos que entender como era o sistema de ID estudantil antes. A emissão da carteirinha nacional estava vinculada a três órgãos.

Ela é feita pela União Nacional dos Estudantes (UNE), União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES) e Associação Nacional de Pós-graduandos (ANPG).

Dessa maneira, ela tinha um preço para o estudante de 35 reais mais o custo do frete. Essa era a maior fonte de renda desses movimentos estudantis.

Consequentemente, a criação da ID estudantil digital irá fazer a demanda pelas carteirinhas físicas diminuir bastante. Além de ser gratuita, ela é mais fácil de ser adquirida e de ser transportada.

Segundo o Ministério da Educação, o custo para cada carteirinha digital é de apenas 0,15 real, que será arcado pelo governo.

De acordo com Weintraub, se todos estudantes fizessem a carteirinha hoje, nos moldes antigos teriam um custo de mais de 1 bilhão de reais. Por outro lado, a ID estudantil digital terá um custo de 12 milhões para os cofres públicos.

Nessa perspectiva, é importante deixar claro que a carteirinha emitida pelos movimentos estudantis ainda continuará existindo. Dessa forma, todos os estudantes que quiserem a carteirinha física têm o direito de solicitá-la. Porém, o custo é arcado por ele mesmo.

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A digitalização de tudo

A carteirinha digital é mais um exemplo de objeto que a gente põe na carteira que foi para o celular. A CNH, o CRLV, passagens de avião e até cartão de crédito já pode ser utilizados pelos smartphones.

Daqui há alguns anos, nós não vamos precisar utilizar carteira mais, um espaço nos bolsos e nas bolsas livres. Dessa forma, o risco de perder ou esquecer esses pertences irá tender a zero.

Se você quiser baixar o novo aplicativo da ID Estudantil digital, é só clicar nos links abaixo:

E você? O que acha dessa revolução tecnológica que estamos vivendo? Deixe sua opinião nos comentários aqui embaixo! 😀