A Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) é uma organização intergovernamental de 13 nações. Juntamente com a Rússia, ela fez um acordo para reduzir a oferta de petróleo e segurar os preços.

As potências petroleiras estavam passando por uma guerra de preços e ela chegou ao fim. Sendo assim, os principais produtores de petróleo, com exceção do México, concordaram em cortar a produção em maio e junho em 10 milhões de barris por dia.

Hoje o Boletim vêm falar sobre como esse acordo afeta o preço do petróleo, caso você não esteja por dentro da crise do petróleo, leia sobre clicando aqui.

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O acordo entre OPEP e Rússia

O acordo foi selado nesta quinta-feira (09/04) pela Arábia Saudita e a Rússia, porém os EUA, Canadá, Brasil e Noruega também devem fazer parte, mesmo sendo externos à OPEP.

Ademais, Moscou e Riad cortarão juntos cinco milhões de barris diários, e tanto os demais sócios da organização, como o grupo externo terão que se empenhar para cortar outros cinco milhões de barris.

O atual presidente estadunidense, Donald Trump, foi o grande patrocinador externo do acordo entre sauditas e russos para reduzir a oferta e estabilizar os preços.

A OPEP é liderada, na prática, pela Arábia Saudita, e o acordo vai levar à retirada gradual do mercado de pouco mais de um décimo da produção mundial de petróleo, uma cifra substancial em um momento no qual oferta e demanda estão mais descompensadas do que nunca.

Dessa forma, além de reduzir a oferta do petróleo, também irá ocorrer cortes procedentes de produtores externos, com o objetivo de controlar os preços. Além disso, esse acordo também gera esperanças para os países produtores, pois é possível prever uma maior estabilidade ao longo do tempo.

Como os preços dos combustíveis são afetados?

Por muito tempo, era afirmado e muito reforçado pelos EUA que o petróleo barato era positivo para a economia. Porém, em menos de uma década, o país deixou de ser o maior importador do mundo.

Atualmente, a sua indústria petrolífera está endividada e extraindo o produtos através do francking.

Ou seja, se os preços continuarem tão baixos por muito mais tempo, as quebras empresariais e demissões serão inevitáveis.

Entretanto, como a oferta vai ser reduzida, o preço do petróleo vai ser segurado, se ele se levar muito, os combustíveis tendem a ficar mais caros e isso afeta diretamente o bolso do consumir.

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Em conclusão…

Portanto, conclui-se que o acordo pode trazer boas consequências para os países envolvidos. Porém, deve haver um controle para que o preço do petróleo não seja tão elevado, pois pode gerar sérios aumentos nos preços dos combustíveis.

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