O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em meio a pandemia, providenciou novos armamentos.

Diante disso, em abril desse ano, a Rússia se pronunciou sobre uma possível resposta atômica caso os EUA realizem alguma forma de ataque ao Estado, através de uma nova arma.

Hoje o Boletim Econômico vai discorrer sobre esse possível embate, a Rússia, os EUA e seus conflitos. Se interessou pelo assunto? Continue lendo para saber mais.

U.S. delegation to visit Russia next week | The London Post

Rússia x EUA

Os dois países são potencias mundiais bélicas e essa disputa ocorre desde a Guerra Fria, período que fez com que os países chegassem no atual ponto de possuir 92% das ogivas do mundo. Com isso, os dois possuem o suficiente para provocar danos em todo o planeta.

Atualmente, os Estados Unidos equiparam um submarino com capacidade para lançar mísseis balísticos “Trident“, com uma nova arma de potência reduzida.

A nova arma nuclear representa um terço da força da bomba atômica que atingiu a cidade japonesa de Hiroshima em 1945.

Nesse contexto, no dia 29 de abril, a porta-voz do ministério russo, Maria Zakharova, afirmou que qualquer ataque desse submarino vai ser entendido como um ataque.

Ainda, completou falando que caso essa ação seja efetivada, a Rússia terá motivo para utilizar de armas nucleares.

Alguns conflitos prévios da Rússia

A princípio, o conflito mais conhecido do país foi marcado pelo período da Guerra Fria, quando a Rússia ainda fazia parte da antiga URSS (União das Repúblicas Socialistas Soviéticas).

Entretanto, após os anos 90, o país continuou passando por alguns conflitos, a situação da Chechênia é um exemplo disso.

Deste modo, mesmo após a queda do império soviético em 1989, a Chechênia continuou sendo uma província da Rússia.

Por outro lado, em 1991 tentou se tornar independente. Desta forma, o ex presidente russo Boris Yeltsin, não satisfeito com a situação, articulou militares no país. Primeiramente, o objetivo era traçar ofensivas contra o território e retomar o controle do local.

A partir disso, o conflito entre esses 2 territórios foi iniciado.

Assim sendo, em 1996, a Rússia foi derrotada pela resistência chechena, liderada por Maskhadov, que, além da independência, queria implantar um Estado orientado pela lei islâmica.

Com isso, ocorreram diversos embates entres as duas regiões, alguns que incluem grupos terroristas chechenos .

Diante disso, há vários indícios de que alguns acontecimentos foram fruto de articulações dos rebeldes chechenos com grupos terroristas islâmicos. Com isso, são notáveis grupos como a Al-Qaeda, que planejou o ataque aos Estados Unidos ocorrido em 11 de setembro de 2001.

Posteriormente, ainda nesse contexto, a Chechênia não conquistou a sua independência.

Em conclusão: consequências econômicas e o futuro

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Em conclusão, cabe mencionar que o possível conflito entre Rússia e Estados Unidos pode gerar graves consequências, não apenas para os países envolvidos, mas para o mundo todo.

Ainda mais, ma vez que são duas potências mundiais no setor bélico e dependendo da proporção do conflito, as coisas podem ficar complicadas. Do mesmo modo, o conflito pode gerar consequências econômicas, tendo em vista o excesso de recurso que poderá ser gasto com armamentos.

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